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IA PARA A PREVENÇÃO DE PRECONCEITOS NAS REDES SOCIAIS

RESUMO

Introdução: A internet e as redes sociais integraram-se ao cotidiano global, transformando a maneira como a humanidade se comunica. Embora essas plataformas facilitem a conectividade, elas também criaram ambientes propícios onde discursos de ódio proliferam, afetando minorias, como negros, mulheres, indígenas, a comunidade LGBTQIAPN+ e praticantes de religiões afro-brasileiras. Frequentemente, agressores tentam minimizar a gravidade dessas manifestações sob o pretexto de estarem exercendo a “liberdade de expressão” ou realizando “piadas”. Contudo, os dados apontam para outra realidade no ambiente digital. Dados da SaferNet revelam que, entre os anos de 2006 e 2017, a ONU recebeu mais de 2 milhões de denúncias de ódio na internet. Sob a ótica legal, a liberdade de expressão não é um direito absoluto, deve ser limitada. Essa problemática preocupa órgãos internacionais, como a Organização das Nações Unidas e a Comissão Europeia Contra o Racismo e a Intolerância, que buscam regulamentar o espaço virtual sem ferir direitos democráticos. Além disso, o preconceito disseminado no ambiente virtual reverbera de forma destrutiva no mundo. Essa hostilidade acaba comprometendo o desenvolvimento de crianças e adolescentes, que crescem expostos à intolerância normalizada. Portanto, combater o ódio exige a cooperação entre governos, grandes empresas de tecnologia e a sociedade civil para garantir que a rede seja um espaço seguro e verdadeiramente democrático. Objetivos: Portanto, o projeto propõe o desenvolvimento de um aplicativo para o acolhimento seguro e anônimo de denúncias de preconceitos na internet. Impedindo a livre circulação de discursos discriminatórios, agilizando a análise de processos judiciais e alinhar-se à ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), promovendo segurança, e empatia. Materiais e Método: O plano de desenvolvimento inicia-se com a prototipagem da interface por wireframes e o planejamento de arquitetura de código único. O sistema contará com processos de autenticação, geração de protocolos e formulação de relatos com níveis de prioridade. A infraestrutura integrará duas frentes de IA utilizando Processamento de Linguagem Natural, Aprendizado de Máquina e reconhecimento de imagens. A primeira IA vai analisar, classificar e encaminhar os relatórios para a Polícia Civil. A segunda IA atuará como um chatbot, instruindo os usuários sobre como proceder em situações de agressão digital, preservando sua privacidade. Resultados: Com esse projeto, esperamos reduzir os casos de violências no ambiente digital, salvaguardando os direitos humanos. Considerações Finais: Em conclusão, a inteligência artificial transforma as redes sociais ao barrar discursos de ódio. Com algoritmos para equidade, a tecnologia promove um ambiente digital melhorado.

Palavras-chave: Discurso de ódio; Crimes virtuais; Inteligência artificial; Denúncia anônima; Direitos humanos.

APRESENTAÇÃO EM VÍDEO

TEMA

ODS 11 – Cidades e comunidades sustentáveis

CATEGORIA

Ensino fundamental II
Legendas:
  1. Estudante
  2. Colaborador
  3. Supervisor
  4. Colégio

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