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INFLUÊNCIA DE ALIMENTOS ANTIOXIDANTES EM PROL DA PREVENÇÃO DE DOENÇAS CANCERÍGENAS: ANÁLISE DE FATORES QUE DIMINUEM MUTAÇÕES DOS GENES SUPRESSORES TUMORAIS UMA REVISÃO NARRATIVA DE LITERATURA

RESUMO

Introdução: O câncer destaca-se como uma das principais causas de mortalidade no mundo, estando sua origem frequentemente atrelada a mutações decorrentes do estresse oxidativo provocado por espécies reativas de oxigênio (EROs). Os genes supressores tumorais, com destaque para o TP53, atuam na regulação da divisão celular e na indução de apoptose em resposta a danos ao DNA. Contudo, hábitos alimentares inadequados podem intensificar a oxidação celular e comprometer esses mecanismos de controle. Diante disso, evidencia-se a importância da alimentação como estratégia quimiopreventiva, pautada na capacidade de compostos bioativos reduzirem a instabilidade genômica e limitarem as etapas da carcinogênese. Objetivos: O objetivo geral foi analisar a influência dos alimentos antioxidantes na prevenção do câncer, identificando sua atuação na diminuição de mutações em genes supressores tumorais. Especificamente, buscou-se compreender os mecanismos operacionais dos genes supressores, catalogar os principais antioxidantes com potencial preventivo e detalhar as vias moleculares de proteção ao DNA. Materiais e Método: Adotou-se uma abordagem qualitativa, descritiva e explicativa, desenvolvida por meio de revisão narrativa de literatura baseada em diretrizes metodológicas acadêmicas. O levantamento bibliográfico ocorreu nas bases PubMed, SciELO e ScienceDirect, utilizando os descritores “Antioxidantes”, “Genes Supressores Tumorais”, “Estresse Oxidativo” e “Carcinogênese” integrados por operadores booleanos. Foram selecionados artigos revisados por pares e livros publicados entre 2011 e 2026. A análise deu-se via leitura exploratória e interpretação crítica das evidências sobre a interação entre bioativos e estabilidade genética Resultados: A literatura confirmou que EROs exercem papel determinante nas lesões estruturais ao DNA que inativam o gene TP53. Em contrapartida, antioxidantes alimentares — como as vitaminas C e E, carotenoides (licopeno) e polifenóis (flavonoides, catequinas e resveratrol) — neutralizam os radicais livres, modulam vias inflamatórias e estimulam a apoptose fisiológica em células alteradas. Padrões alimentares ricos em produtos naturais correlacionaram-se à proteção genômica, enquanto dietas ricas em ultraprocessados intensificaram o estresse oxidativo. Considerações Finais: Conclui-se que os compostos antioxidantes da dieta desempenham papel relevante na quimioprevenção do câncer por meio da redução dos danos oxidativos ao genoma e da preservação funcional dos genes supressores tumorais. O consumo de alimentos minimamente processados consolida-se como uma intervenção de saúde pública acessível, recomendando-se investigações futuras de caráter clínico sobre a biodisponibilidade e sinergia desses compostos.

Palavras-chave: Antioxidantes. Câncer. Genes supressores tumorais. Estresse oxidativo. Carcinogênese.

APRESENTAÇÃO EM VÍDEO

TEMA

ODS 03 – Saúde e bem-estar

CATEGORIA

Ensino médio e técnico
Legendas:
  1. Estudante
  2. Colaborador
  3. Supervisor
  4. Colégio

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